quinta-feira, 7 de abril de 2011

Profissão?

Ok, eu admito. Sei muito bem que com meus 21 anos pareço uma adolescente que ainda não descobriu a profissão ideal. Mas sabe qual é meu maior problema? Eu gosto de tudo caramba! Ainda não consigo me imaginar exercendo uma profissão para sempre, talvez por isso não penso em fazer uma faculdade só. Agora a questão é por onde começar. Pesquiso e faço testes, e coincidem com meus gostos e resultados as áreas sociais e de comunicações. Só que são coisas que abrangem vários cursos né? Às vezes ''puxo'' para um lado, depois ''puxo'' para o outro...



Quando eu me formei no ensino médio com 17 anos, não tinha nem ao menos a vaga ideia da profissão que queria seguir, talvez se ingressasse na faculdade ficaria mais perdida do que satisfeita por ser universitária. Então, agora, com a vida mais estável e a cabeça mais serena, tenho tempo para escolher com calma. Achava que com 19, já seria muito velha para começar a graduação, estava frustrada e desanimada. Quanto engano dona Lais... nunca é tarde! Claro que o quanto antes é melhor, mas o importante é estar seguro(a) com a escolha, analisando vários aspectos como a afinidade com a profissão, vocação, remuneração, e afins. 
Antes de optar por algum curso, o ideal é pesquisar o mercado de trabalho de acordo com sua região, conhecer empresas na área de atuação para observar o ambiente e verificar se há realmente a identificação e fazer alguns testes vocacionais. É válido e ajuda bastante esse ''laboratório'' todo para dissipar as dúvidas do estudante ou futura universitária como eu!
Não estou longe da escolha, o negócio é por onde começar. É bom ter interesse por vários cursos, pois assim sei que posso e consigo seguir mais de uma profissão. Ruim é ter dúvidas e ainda ficar um pouco perdida.
Para quem fica muito tempo sem estudar é mais difícil, só que não significa que é impossível, certo? Este blog me ajuda bastante, descobri que possuo uma afinidade valiosa com as palavras. Só preciso estudar mais e aprimorar a maneira de escrever. 
Enfim... Comunicação é tudo hoje em dia, e lidar com pessoas é uma escola para mim, então certamente é nesse barco que eu vou. Aliás, dois barcos que podem se encontrar nesse ''mar'' imenso e cheio de possibilidades chamado PROFISSÃO! Espero que no meu caso, seja mais de uma, e que possa aliar essas duas paixões de maneira harmônica e realizadora.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mais saúde por favor!

Não importa o que você tenha, é muito ruim ficar doente. Por mais que eu esteja acostumada com o ambiente hospitalar, trabalhando em um, não gosto nenhum pouco de virar paciente. Gosto menos ainda de ver pessoas passando mal, debilitadas, sem poder fazer nada para ajudar. 
Quando você vê alguém triste, logicamente a reação é amparar com um abraço, conselho, palavras amigas ou algo que aliviará um pouco a pessoa em questão. Agora quando você vê uma pessoa passando mal, se você não for médico (ou seja, a maioria de nós), o que fazer? Digo que é uma sensação horrível, de impotência. 
Quando preciso ficar no soro, tenho uma formigação no corpo que não sei explicar, olho para o lado e vejo pessoas piores do que eu, não posso ajudar... Ai que complicado. Tenho que agradecer a assistência que tenho, mas e quem não tem?
Meu Deus, como é possível tanto descaso? Como é possível tantos profissionais que se formam em medicina e não são humanos? Não entra na minha cabeça essa ideia descabida! Só de imaginar as situações caóticas em hospitais públicos, dá arrepio. Eu sei bem como é pois já passei e vi meus familiares passarem uns apertos graças ao Sistema Único de Saúde. Que sistema é esse que? De saúde que não é!
Fiquei horrorizada com uma reportagem no Globo Repórter sexta-feira passada. Só vendo para sentir. 
Eu, particularmente, sou muito sensível ao sofrimento, e quando vi nesse dia na TV um caso de uma menina com aparentemente 2 anos que faleceu por falta de estrutura, médico, assistência e todos essas carências, me perguntei: Que mundo é esse?
Como é triste ver e saber de tudo isso. Pior imaginar que é no país inteiro e saber que não são poucos que morrem ou que tem seus casos agravados por causa desse ''belo'' sistema que temos.
Sinceramente não sei qual é a solução, só desabafo aqui pois me revolto como tanta desumanidade junta.
Acredito que tudo tem um propósito no futuro, mas espero que as coisas não sejam tão sofridas, que pelo menos o básico as pessoas possam ter acesso. É isso mesmo, O BÁSICO! Até para obter o mais simples existem dificuldades e deficiências! 
Espero que Deus possa ajudar a cuidar de quem precisa e encaminhar do outro plano, profissionais humanos que pensem nas vidas em suas mãos. 
Eu ainda tenho fé!


Só amanhã? Tem que ser todo dia!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

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